Apesar de habitarem os oceanos, é na areia das praias onde as fêmeas enterram os seus ovos. É na areia da praia onde nascem as tartaruguinhas e enfrentam os oceanos para iniciar a sua longa caminhada solitária, é preciso sobreviver as todas as ameaças que encontram pelo caminho.


Permanecem submersas grande parte do tempo que estão no mar, o que as torna extremamente difíceis de estudar. Vivem em alto mar ou em regiões costeiras, dependo da idade e alimento que procuram. 


Raramente interagem umas com as outras. Machos e fêmeas apenas se encontram para o acasalamento. Após esse período, as fêmeas regressam à mesma praia onde nasceram para colocar os seus ovos, e o ciclo repete-se. 


        

                   Banco de Imagens Projeto Tamar

 

Devido à dificuldade em estudar as tartarugas marinhas em mar aberto, há muito ainda por conhecer sobre o seu comportamento. No entanto, décadas de pesquisa permitiram introspecções úteis sobre as suas atividades diárias e o seu comportamento.


Por serem animais altamente migratórios, passam diferentes fases de vida em mais de um país e até mesmo continente. Por isso, sua proteção depende de ações conjuntas e contínuas, cooperações internacionais, capazes de protegê-las desde o nascimento até o amadurecimento, passando por áreas onde se alimentam. 


Apenas um a dois em mil filhotes na natureza chegam à idade adulta cerca de 30 anos depois.