Os filhotes de tartaruga marinha orientam-se por diversas formas desde que nascem.

 

Ao sair do ninho, procuram a luminosidade do horizonte no oceano e correm em direcção a este. Luzes artificiais e fogueiras, podem interferir provocando a desorientação e mortalidade de muitos filhotes. 

 

Assim que alcançam o mar, os filhotes utilizam dois factores para se orientar. O primeiro, a ondulação, pode levar o filhote a afastar-se mais rapidamente da costa, aumentando as suas hipóteses de sobrevivência. O segundo, a orientação magnética, são capazes de detectar o ângulo e a intensidade do campo magnético terrestre, a presença de magnetita no cérebro das tartarugas marinhas sugere uma possibilidade para compreender a capacidade de orientação.