A presença de luzes artificiais lesivas, ou poluição luminosa, é uma ameaça para as fêmeas que sobem às praias para desovar, assim como para os filhotes recém saídos do ninho. As tartarugas marinhas utilizam sinais visuais subtis, relacionados comparativamente com o brilho, em condições naturais, do horizonte em alto mar, para se orientarem da praia para a linha de água.

 

Pontos de luz, que sejam mais fortes que a luz natural refletida no mar, desorienta as tartarugas, dificultando o seu regresso ao mar. Em contrapartida, os filhotes ofuscados, podem se perder, aumentando o tempo que permanecem na praia e consequentemente o risco de serem predados ou morrerem por desidratação, aumenta consideravelmente.

 

Estudos comprovam que mesmo luzes distantes podem causar problemas a filhotes fotossensíveis.

 

Actualmente já existe iluminação especialmente desenhada para que a luz não incida directamente sobre a praia.

 

   

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