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Fora da época reprodutiva, as tartarugas marinhas podem migrar centenas ou milhares de quilómetros. Podem dormir na superfície quando estão em águas profundas ou no fundo sob rochas em áreas próximas à costa.

Cm.MikaelEjendal copy

Após o nascimento, os filhotes emergem do ninho e correm para o mar, passando as horas seguintes a nadar para regiões oceânicas, onde estão mais seguros de predadores e conseguem alimentar-se.

Durante um longo período, chamado de “anos perdidos”, imagina-se que os filhotes realizem migrações pelágicas, associadas a bancos de Sargassum em zonas de convergência de correntes marinhas. Após este período as tartarugas já estão grandes o suficiente, na sua fase juvenil, para retornarem às águas costeiras.

As tartarugas marinhas em geral passam seu estágio de vida juvenil, alimentando-se e crescendo em águas costeiras. Quando adultos durante as temporadas reprodutivas, quando é a época de acasalamento e desova, ambos machos e fêmeas, migram das suas áreas de alimentação para as praias de desova, onde ocorre o acasalamento e as fêmeas sobem a praia para desovar. Esta migração periódica ira continuar durante toda a sua vida.

As migrações realizadas entre as áreas de crescimento, alimentação e desova podem significar grandes deslocamentos, bem como a entrada e saída de diferentes habitats costeiros e oceânicos.

Em mar aberto, as tartarugas marinhas encontram fortes correntes, e são capazes de navegar regularmente por longas distâncias para encontrar as suas praias de desova. Como elas o fazem é um grande mistério, sendo os seus mecanismos de navegação estudados por várias gerações de pesquisadores.